Clique aqui para enviar sua mensagem
Página Inicial Quem Somos Veículos Localização Turismo Reservas Contato
.
Turismo - Uma pequena amostra do que Minas tem a lhe oferecer
 
Circuitos e Parques
 
Serra do Cipó
Localizada a 90 quilômetros a nordeste de Belo Horizonte, logo depois da cidade de Lagoa Santa, na região sul da Cordilheira do Espinhaço, no divisor de águas das bacias hidrográficas dos rios São Francisco e Doce.
O acesso de automóvel é feito através da Rodovia MG 010 em pouco mais de uma hora.
Após o descobrimento do Brasil, constituiu-se no caminho natural dos bandeirantes que em busca de ouro e pedras preciosas embrenharam pelo nordeste mineiro e chegaram à Vila do Serro Frio e ao Arraial do Tejuco, atuais cidades do Serro e Diamantina. Ainda existem vestígios de uma estrada de pedra dessa época, construída pelos escravos, partindo do sopé da serra e chegando a um lugar chamado Mãe d'Água, por cima da Cachoeira Véu da Noiva.
Para muitas pessoas a Serra do Cipó é um local místico, uma terra de cristais e discos voadores, mas não há dúvida, em geral é a beleza e pureza das águas que atraem o maior número de visitantes.
Serra da Piedade
Localizado a 48 km da capital mineira e a 16 km do município de Caeté, num cenário de riquíssima beleza natural encontramos, no alto da montanha , o Santuário de Nossa Senhora da Piedade. Local convidativo à reflexão e à oração. Sendo também uma excelente opção para quem procura lazer e relaxamento.
Do alto do Santuário, em dias claros, é possível ter uma das mais belas vistas das montanhas de Minas; em dias mais frios e nublados, o espetáculo é ainda mais bonito.
Do topo da Serra da Piedade descortina-se uma deslumbrante paisagem do verde das matas subindo e descendo montanhas, de onde avista-se também cinco cidades: Belo Horizonte, Caeté, Lagoa Santa, Raposos e Sabará.
Serra do Caraça
O Patrimônio que o lobo-guará visita todos os dias é caracterizado pelo estilo barroco do Santuário do Caraça, originário de uma ermida e convento construído nesse estilo, em 1774. Hoje, o Santuário é tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Além de suas cachoeiras e cascatas, o Caraça ainda reserva picos, grutas e cavernas para prática de escalada e espeleologia. A fauna e a flora também não deixam nada a desejar. Mais de 200 mil espécies de orquídeas já foram detectadas no local, o que torna também o Caraça um lugar propício para se observar os pássaros.
O santuário abriga há mais de dois séculos, a estrutura do que é hoje o Museu do Caraça, onde estão expostas peças raras do período colonial. Antes do museu, no mesmo local havia, uma biblioteca com cerca de 20 mil exemplares de livros e registros históricos. Em 28 de maio de 1968, essa estrutura foi totalmente abalada por um grave incidente. Um incêndio destruiu o teatro e três andares de sua edificação.
Sua arquitetura nos leva ao século 18, fazendo imaginar como era a vida na época do ciclo do ouro, no colégio, na comunidade em geral, sem falar no poder sagrado, místico e natural que carrega o lugar.
Estrada Real
Por terem constituído, durante longo tempo, as únicas vias autorizadas de acesso à região das reservas auríferas e diamantíferas da capitania das Minas Gerais, os caminhos reais adquiriram, já a partir da sua abertura, natureza oficial. A circulação de pessoas, mercadorias, ouro e diamante era obrigatoriamente feita por eles, constituindo crime de lesa-majestade a abertura de novos caminhos. Durante todo o século XVIII, e também em parte do XIX, quando a era mineradora já se fora e os caminhos se tornaram livres e empobrecidos, as estradas reais foram os troncos viários principais do centro-sul do território colonial.
No auge da mineração, esses caminhos se viram percorridos por imigrantes paulistas, baianos, pernambucanos e europeus; por tropeiros do sul e de São Paulo; por boiadeiros do rio São Francisco e do rio das Velhas; por sertanistas da Bahia e das vilas paulistas; por escravos negros e índios; por mascates, administradores reais, homens do fisco, soldados mercenários e milícias oficiais.
A expansão originária dos primeiros grandes caminhos do centro-sul do território colonial conformou um dos mais significativos movimentos de apropriação do interior brasileiro e de sua integração com a faixa litorânea. Ampliando a base territorial da América portuguesa, as vias hoje reunidas sob o nome de Estrada Real foram, assim, fundamentais na história do povoamento e da colonização de vastas regiões do território brasileiro, tornando-se verdadeiros eixos históricos-culturais de construção de parte da nossa história.
 
Algumas Cidades históricas
Ouro Preto
Declarada patrimônio da humanidade pela Unesco, Ouro preto é uma mina de atrações, começando pelas belas e requintadas igrejas, passando pelos museus, o Teatro Municipal, mas o melhor de Ouro Preto está mesmo em seu conjunto impressionante de sobrados, ladeiras e becos - que devem ser apreciados em relaxantes passeios a pé. Reserve o carro para deslocamentos maiores subindo os morros que cercam a cidade, por exemplo, e tentar descobrir a vista mais bonita.
Tiradentes
A Matriz de Santo Antônio de Pádua (ricamente decorada) e o Museu do Padre Toledo (objetos de prata e belas pinturas) são os principais monumentos históricos da cidade, que encanta os turistas sobretudo pelo clima romântico. Apesar de pequena, tem hotéis e restaurantes mais charmosos que os da vizinha São João Del Rei.
São João Del Rei
As grandes atrações da cidade são as igrejas de São Francisco de Assis (projetado por Aleijandinho), do Pilar (com belos painéis de cenas bíblicas) e de N.S. do Carmo (que se destaca pela fachada e pelas torres octogonais), além da viagem de Maria Fumaça até Tiradentes e do Museu Ferroviário.
Mariana
Além de obras de Aleijadinho e Athayde, a Catedral Basílica da Fé abriga uma preciosidade:
Um ógão alemão doado por Potugal em 1752, usado até hoje em recitais. Nos fundos da igreja fica o Museu Arquidiocesano. No caminho para Ouro Preto, a Mina de Ouro da Passagem.
Congonhas
Os profetas de Aleijadinho (esculpidos em Pedra-sabão), o adro da Basílica de Bom Jesus de Matozinhos, e os Passos da Paixão (em cedro) estão entre as maiores obras primas do barroco mundial. Salvo com autorização expressa do reitor da basílica, os visitantes não podem entrar nas capelas dos Passos, sendo obrigados a apreciar as obras através das grandes portas.
EmbraVans - City tour, Traslados, Receptivo, Eventos, Turismo, Viagens.
Rua Carlos Duarte Costa 345 - Céu Azul - CEP: 31545-100 - Belo Horizonte - MG
Provedor WEB - Registro de Domínios - Hospedagem de Sites - Criação de Home Pages